sábado, 21 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
ZYK oito-sete-dois...

Quando ocorreu o apagão de 09 de março de 1999, não tinha idéia do que foi para as pessoas em quase todo país passar por essa situação. Na ocasião eu estava bem longe, nos Estados Unidos, curtindo minhas férias da Disneyworld e só soube do ocorrido quando liguei para meus familiares no dia seguinte.
Ontem, senti o que é ficar totalmente no escuro, não só quanto à iluminação mas também quanto à total falta de informação sobre o que estava ocorrendo.
A verdade é que em pleno século XVI senti falta de não ter um aparelhinho básico e considerado ultrapassado: um radinho à pilha de sintonia AM. De repente percebi que não tinha nenhum em casa. Tentei sintonizar alguma emissora FM através do meu celular, mas estavam todas mudas.
Assim, iluminado pelas velas que acendi, comecei a me lembrar da época em que o rádio à pilha era algo que não faltava em cada casa do país, inclusive na minha.
Lembro-me bem de quando não havia FMs (ou havia apenas duas emissoras, mas nenhum aparelho na casa para sintonizá-las). As velhas emissoras AM eram as alternativas para ouvir música e notícias locais. Bem verdade que para ouvir uma música de qualidade, éramos obrigados a ouvir várias músicas não tão boas assim. Para não falar das intermináveis dedicatórias dos ouvintes que ligavam para a emissora pedindo para ouvir uma determinada canção. "Eu quero dedicar pro meu pai, pra minha mãe, pra minha irmã, pro meu irmão, pra minha tia, pra minha avó, pro meu avô, pras minhas amigas do colégio..." e por aí vai.
Havia ainda um outro tipo de diversão. Ligar o rádio à noite e tentar sintonizar emissoras de outras cidades, estados e até mesmo de outros países. Não era difícil ouvir locutores falando em espanhol e ocasionalmente em inglês ou francês (seriam emissoras das Guianas?). Era incrível a capacidade que um pequeno rádio possuía para captar emissoras tão distantes. Não somente em Ondas Médias (atualmente AM, abreviação de Amplitude Modulada), mas também em Ondas Curtas, freqüência disponível em alguns aparelhos.
Mas isso foi há muito tempo. Década de 70 e início da década de 80.
Hoje fico pensando se com tantas torres de celular, emissoras de TV e de rádios FM, seria possível sintonizar a mesma quantidade de rádios AM à noite como antigamente.
É... talvez seja o caso de comprar um radinho pra experimentar.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Totally Hot
Tá muito quente esses dias! Difícil de agüentar!
Estou tomando banho com o chuveiro elétrico na posição "desligado" e ainda assim a água sai quente.
Abençoado seja o inventor do ar-condicionado!
Estou tomando banho com o chuveiro elétrico na posição "desligado" e ainda assim a água sai quente.
Abençoado seja o inventor do ar-condicionado!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
O Halloween e o Dia do Saci
Nada contra valorizar a mitologia tupiniquim. Pelo contrário, acho que as crianças de hoje conhecem pouco do folclore nacional.
Porém, daí a instituir o Dia do Saci em 31 de outubro pra combater a "influência yankee" simbolizada pelo Halloween, já é demais.
O Halloween (contração de "All Hallows Eve", "A Véspera do Dia de Todos os Santos") já foi bem assimilado pelos brasileiros, principalmente na última década, quando as escolas de inglês começaram a promover a festa e a moda acabou se espalhando pelo país. Nada parecido com o que ocorre nos Estados Unidos com crianças fantasiadas saindo de porta-em-porta dizendo "travessuras ou gostosuras", e outras brincadeiras mais. Apenas festas à fantasia e decorações temáticas em lojas.
O que deveria ser feito no Brasil seria, apenas, incentivar o uso de fantasias e decorações de entidades do folclore brasileiro. Aliás, chamar a data de Dia do Saci é desprezar toda a riqueza de nosso folclore. Tá certo que o saci é a entidade mística mais conhecida por causa do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato, e dos gibis da Turma do Pererê, do Ziraldo.
Mas com isso desprezamos outras entidades folclóricas que povoaram nossa imaginação quando éramos crianças, como a Mula-Sem-Cabeça, o Curupira, a Caipora, o Boi-Tatá, a Cuca, o Negrinho do Pastoreio, entre tantas outras.
Os governos e professores de escola deveriam deixar de lado essa paranóia do "colonialismo americano". Se não quisessem que a data continuasse a ser conhecida como Halloween, poderia continuar sendo chamada de Dia das Bruxas, nome já conhecido por nós graças à série de TV "A Feiticeira" e às histórias em quadrinhos da Disney.
Estimularia-se a convivência do folclore importado com bruxas, fantasmas e abóboras (que, diga-se de passagem, são figuras do folclore irlandês, e não americanas) com os personagens do folclore nacional. Assim como é o carnaval, uma festa também importada no qual hoje vemos foliões fantasiados de pierrots, arlequins e colombinas, entre fantasias típicas do Brasil.
Pra finalizar, deixo abaixo o video de uma música de sucesso do início dos anos 1970, que bem poderia ser o hino do Dia das Bruxas.
"O Vira", com o Secos & Molhados (ainda com Ney Matogrosso nos vocais).
Nota: A origem do Halloween é a Irlanda. Os celtas, antigo povo que habitava o norte da Grã-Bretanha, comemoravam no dia 01 de novembro o Dia de Todos os Deuses e no dia seguinte, o Dia dos Mortos. Quando o cristianismo chegou ao norte da Grã-Bretanha, a Igreja incorporou o dia de Finados e transformou o Dia de Todos os Deuses no Dia de Todos os Santos. Quem continuasse seguindo a antiga religião, era considerado herege. Os antigos deuses foram chamados de demônios. Seus sacerdotes (conhecidos como druídas) passaram a ser conhecidos como magos e feiticeiros. Mulheres que faziam ungüentos em seus caldeirões foram chamadas de bruxas.
A antiga religão, porém, não desapareceu totalmente. Seus seguidores passaram a fazer reuniões escondidas e sua principal data comemorativa foi transferida para o 31 de outubro, a véspera do Dia de Todos os Santos.
O Halloween chegou aos Estados Unidos no início do século XX com a chegada dos imigrantes irlandeses. Com o tempo, a festa ficou popular em todo país.
Porém, daí a instituir o Dia do Saci em 31 de outubro pra combater a "influência yankee" simbolizada pelo Halloween, já é demais.
O Halloween (contração de "All Hallows Eve", "A Véspera do Dia de Todos os Santos") já foi bem assimilado pelos brasileiros, principalmente na última década, quando as escolas de inglês começaram a promover a festa e a moda acabou se espalhando pelo país. Nada parecido com o que ocorre nos Estados Unidos com crianças fantasiadas saindo de porta-em-porta dizendo "travessuras ou gostosuras", e outras brincadeiras mais. Apenas festas à fantasia e decorações temáticas em lojas.
O que deveria ser feito no Brasil seria, apenas, incentivar o uso de fantasias e decorações de entidades do folclore brasileiro. Aliás, chamar a data de Dia do Saci é desprezar toda a riqueza de nosso folclore. Tá certo que o saci é a entidade mística mais conhecida por causa do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato, e dos gibis da Turma do Pererê, do Ziraldo.
Mas com isso desprezamos outras entidades folclóricas que povoaram nossa imaginação quando éramos crianças, como a Mula-Sem-Cabeça, o Curupira, a Caipora, o Boi-Tatá, a Cuca, o Negrinho do Pastoreio, entre tantas outras.
Os governos e professores de escola deveriam deixar de lado essa paranóia do "colonialismo americano". Se não quisessem que a data continuasse a ser conhecida como Halloween, poderia continuar sendo chamada de Dia das Bruxas, nome já conhecido por nós graças à série de TV "A Feiticeira" e às histórias em quadrinhos da Disney.
Estimularia-se a convivência do folclore importado com bruxas, fantasmas e abóboras (que, diga-se de passagem, são figuras do folclore irlandês, e não americanas) com os personagens do folclore nacional. Assim como é o carnaval, uma festa também importada no qual hoje vemos foliões fantasiados de pierrots, arlequins e colombinas, entre fantasias típicas do Brasil.
Pra finalizar, deixo abaixo o video de uma música de sucesso do início dos anos 1970, que bem poderia ser o hino do Dia das Bruxas.
"O Vira", com o Secos & Molhados (ainda com Ney Matogrosso nos vocais).
Nota: A origem do Halloween é a Irlanda. Os celtas, antigo povo que habitava o norte da Grã-Bretanha, comemoravam no dia 01 de novembro o Dia de Todos os Deuses e no dia seguinte, o Dia dos Mortos. Quando o cristianismo chegou ao norte da Grã-Bretanha, a Igreja incorporou o dia de Finados e transformou o Dia de Todos os Deuses no Dia de Todos os Santos. Quem continuasse seguindo a antiga religião, era considerado herege. Os antigos deuses foram chamados de demônios. Seus sacerdotes (conhecidos como druídas) passaram a ser conhecidos como magos e feiticeiros. Mulheres que faziam ungüentos em seus caldeirões foram chamadas de bruxas.
A antiga religão, porém, não desapareceu totalmente. Seus seguidores passaram a fazer reuniões escondidas e sua principal data comemorativa foi transferida para o 31 de outubro, a véspera do Dia de Todos os Santos.
O Halloween chegou aos Estados Unidos no início do século XX com a chegada dos imigrantes irlandeses. Com o tempo, a festa ficou popular em todo país.
domingo, 18 de outubro de 2009
Twitter, Orkut e Facebook
Biz Stone, criador do Twitter, vem ao Brasil para uma palestra no dia 21/10 em São Paulo.
Apesar de o mini-blog ainda ser um sucesso no país, confesso que tenho perdido interesse pelo Twitter.
No início era interessante, principalmente por você poder acompanhar perfis de famosos, revistas, jornais, empresas... Mas após alguns meses twittando, percebo que pouco se aproveita do que é colocado lá. Famosos o utilizam para divulgar sua agenda de eventos. Revistas e jornais já tem seus sites e blogs. Se você já os acompanha, o que é colocado no twitter não acrescenta muito. No final você percebe que não vale apena seguir um monte de gente, que despeja um monte de textos inúteis, fazendo com que posts interessantes se percam em meio a tantas informações.
Mark Zuckerberg, criado da rede social Facebook, disse em uma reportagem recente que o Twitter não iria durar muito e que só havia feito sucesso porque famosos começaram a participar. A princípio achei que ele havia dito isso apenas para desvalorizar seu concorrente, porém agora vejo que ele estava certo. Não vejo muito futuro no Twitter.
Estranhamente, também não via muito futuro no Facebook, muito menos como potencial ameaça ao Orkut. Eu havia me cadastrado nesta rede social há vários meses, mas pouco me conectava a ela. Frequentemente, recebia e-mails do Facebook pedindo para eu voltar a acessá-lo.
Contudo, não via motivo para isso. Eu tinha poucos amigos com perfis lá, não há comunidades como o Orkut... Enfim, era totalmente desinteressante. Porém, novamente fui supreendido quando um amigo me convidou para participar de um dos muitos joguinhos on-line que rodam dentro do Facebook. No início achei que não fosse me interessar. Até me supreendi pelo fato do Marco, esse meu amigo, dizer que não saía mais do Facebook sendo que ele mesmo já havia comentado comigo que não era uma rede social interessante.
Mas o Farmville, nome desse joguinho, foi desenvolvido por alguém com muita astúcia. Assim como nas máquinas de caça-níqueis, o jogo é desenvolvido de forma a você não querer parar mais, dando diversos prêmios no princípio (dinheiro apenas virutal, infelizmente) e enviando mensagens de incentivo.
Resultado: em duas semanas estou com 76 pessoas cadastradas na minha lista de amigos do Facebook (90% desses são jogadores do Farmville). Só por comparação, tenho 41 amigos cadastrados no Orkut, rede social da qual faço parte há muito mais tempo.
Bem verdade que a mal conheço esses 90%, restrigindo minhas conversas com eles a atividades do Farmville. Mas não deixa de ser uma estratégia interessante do Facebook para aumentar o número de cadastrados.
Ao contrário do Orkut, o Facebook é mais ágil. Atualizações dos seus amigos são vistas na hora em que são publicadas (e não no dia seguinte como no Orkut). É possível sentir o rápido aumento de usuários do Facebook. Zuckerberg declarou que desbancaria o Orkut e o Twitter da lista de preferência de redes sociais no Brasil e parece estar cumprindo sua promessa.
Biz Stone vem ao Brasil para contra-atacar esse crescimento.
Vamos ver qual será a estratégia de Orkut Buyukkokten, criador do Orkut, e do Google, atual proprietária da rede social, para deter o avanço do Facebook.
Apesar de o mini-blog ainda ser um sucesso no país, confesso que tenho perdido interesse pelo Twitter.
No início era interessante, principalmente por você poder acompanhar perfis de famosos, revistas, jornais, empresas... Mas após alguns meses twittando, percebo que pouco se aproveita do que é colocado lá. Famosos o utilizam para divulgar sua agenda de eventos. Revistas e jornais já tem seus sites e blogs. Se você já os acompanha, o que é colocado no twitter não acrescenta muito. No final você percebe que não vale apena seguir um monte de gente, que despeja um monte de textos inúteis, fazendo com que posts interessantes se percam em meio a tantas informações.
Mark Zuckerberg, criado da rede social Facebook, disse em uma reportagem recente que o Twitter não iria durar muito e que só havia feito sucesso porque famosos começaram a participar. A princípio achei que ele havia dito isso apenas para desvalorizar seu concorrente, porém agora vejo que ele estava certo. Não vejo muito futuro no Twitter.
Estranhamente, também não via muito futuro no Facebook, muito menos como potencial ameaça ao Orkut. Eu havia me cadastrado nesta rede social há vários meses, mas pouco me conectava a ela. Frequentemente, recebia e-mails do Facebook pedindo para eu voltar a acessá-lo.
Contudo, não via motivo para isso. Eu tinha poucos amigos com perfis lá, não há comunidades como o Orkut... Enfim, era totalmente desinteressante. Porém, novamente fui supreendido quando um amigo me convidou para participar de um dos muitos joguinhos on-line que rodam dentro do Facebook. No início achei que não fosse me interessar. Até me supreendi pelo fato do Marco, esse meu amigo, dizer que não saía mais do Facebook sendo que ele mesmo já havia comentado comigo que não era uma rede social interessante.
Mas o Farmville, nome desse joguinho, foi desenvolvido por alguém com muita astúcia. Assim como nas máquinas de caça-níqueis, o jogo é desenvolvido de forma a você não querer parar mais, dando diversos prêmios no princípio (dinheiro apenas virutal, infelizmente) e enviando mensagens de incentivo.
Resultado: em duas semanas estou com 76 pessoas cadastradas na minha lista de amigos do Facebook (90% desses são jogadores do Farmville). Só por comparação, tenho 41 amigos cadastrados no Orkut, rede social da qual faço parte há muito mais tempo.
Bem verdade que a mal conheço esses 90%, restrigindo minhas conversas com eles a atividades do Farmville. Mas não deixa de ser uma estratégia interessante do Facebook para aumentar o número de cadastrados.
Ao contrário do Orkut, o Facebook é mais ágil. Atualizações dos seus amigos são vistas na hora em que são publicadas (e não no dia seguinte como no Orkut). É possível sentir o rápido aumento de usuários do Facebook. Zuckerberg declarou que desbancaria o Orkut e o Twitter da lista de preferência de redes sociais no Brasil e parece estar cumprindo sua promessa.
Biz Stone vem ao Brasil para contra-atacar esse crescimento.
Vamos ver qual será a estratégia de Orkut Buyukkokten, criador do Orkut, e do Google, atual proprietária da rede social, para deter o avanço do Facebook.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Blog Action Day - Flatulência bovina
Recentemente li numa revista que australianos estão tentando incentivar a criação de cangurus para consumo de sua carne, em substituição à carne de boi.
Por quê? Porque o pum do canguru afeta menos a camada de ozônio do que os gases emitidos por bois e búfalos!!
Exatamente! A criação de bois afeta mais a camada de ozônio do que a emissão de CO2 por automóveis. Se Araçatuba é a capital do boi gordo, então deve ser também uma das cidades que mais contribui para o aquecimento global por causa dos gases provenientes de suas fazendas. A Índia deve ser o país que mais contribui para a diminuição do ozônio da Terra!
Parece brincadeira, mas é verdade. Pelo menos segundo eu li.
Resolvi postar isso por causa do Blog Action Day 2009, mas também para pensar que certos problemas que afetam o meio ambiente são difíceis de resolver.
Você deixaria de comer carne de boi pra comer carne de canguru?
Eu com certeza não. Adoro um churrasquinho e vou continuar assim.
Evidentemente que precisamos melhorar nossas dietas e consumirmos mais vegetais e frutas, sem necessariamente paramos de comer um bom filezinho acebolado.
Mas e a camada de ozônio, como fica? Vamos deixar a flatulência dos bois afetar o meio-ambiente?
Honestamente? Acho essa história de que o pum de vaca afeta o ambiente uma palhaçada. Vira e mexe surge um "estudo" dizendo um monte de bobagem. Daqui alguns anos, vão desmentir isso e inventar outra coisa.
Pra mim, a melhor solução é plantar mais árvores e andarmos menos de carro.
Em último caso, o negócio vai ser dar Luftal pra boiada parar de peidar!
Por quê? Porque o pum do canguru afeta menos a camada de ozônio do que os gases emitidos por bois e búfalos!!
Exatamente! A criação de bois afeta mais a camada de ozônio do que a emissão de CO2 por automóveis. Se Araçatuba é a capital do boi gordo, então deve ser também uma das cidades que mais contribui para o aquecimento global por causa dos gases provenientes de suas fazendas. A Índia deve ser o país que mais contribui para a diminuição do ozônio da Terra!
Parece brincadeira, mas é verdade. Pelo menos segundo eu li.
Resolvi postar isso por causa do Blog Action Day 2009, mas também para pensar que certos problemas que afetam o meio ambiente são difíceis de resolver.
Você deixaria de comer carne de boi pra comer carne de canguru?
Eu com certeza não. Adoro um churrasquinho e vou continuar assim.
Evidentemente que precisamos melhorar nossas dietas e consumirmos mais vegetais e frutas, sem necessariamente paramos de comer um bom filezinho acebolado.
Mas e a camada de ozônio, como fica? Vamos deixar a flatulência dos bois afetar o meio-ambiente?
Honestamente? Acho essa história de que o pum de vaca afeta o ambiente uma palhaçada. Vira e mexe surge um "estudo" dizendo um monte de bobagem. Daqui alguns anos, vão desmentir isso e inventar outra coisa.
Pra mim, a melhor solução é plantar mais árvores e andarmos menos de carro.
Em último caso, o negócio vai ser dar Luftal pra boiada parar de peidar!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Nem protestar se pode mais. Esse é o PT.
Funcionários comissionados da prefeitura e militantes do MST impediram ontem que um grupo de cidadãos realizasse protesto pacífico durante a sessão da Câmara de Araçatuba.
O protesto seria contra os incontáveis buracos das ruas da cidade e os seguidos embargos de licitações para a realização do recapeamento. Embargos estes que ocorreram devido a irregularidades nos processos licitatórios.
A principal reinvidicação do grupo era cobrar dos vereadores uma posição quanto aos problemas com o asfalto. A Câmara criou uma comissão para analisar o assunto que até agora nada fez.
Hoje o protesto foi na prefeitura (com a presença de alguns vereadores). Vi na televisão que o prefeito, Cido Sério, os recebeu e fez questão de "lembrar" que antes de ser prefeito também participava de protestos. Pareceu-me um modo dizer "não tive nada com o que aconteceu ontem na Câmara". Será?
O que até agora ninguém explicou foi quem mandou esse funcionários comissionados até o Legislativo Municipal impedir a entrada do grupo que protestava contra o descaso com o asfalto. Também ninguém explicou a "coincidência" da presença na mesma sessão de militantes do MST que fizeram "um protesto silencioso" (ou seja, foram lá e não abriram a boca, só queriam ocupar as cadeiras da Câmara e impedir o acesso do grupo).
A verdade é que a atual administração municipal está demonstrando ser tão ruim quanto as administrações anteriores.
Só espero que a população araçatubense enxergue isso e nunca mais vote em candidato do PT outra vez.
O protesto seria contra os incontáveis buracos das ruas da cidade e os seguidos embargos de licitações para a realização do recapeamento. Embargos estes que ocorreram devido a irregularidades nos processos licitatórios.
A principal reinvidicação do grupo era cobrar dos vereadores uma posição quanto aos problemas com o asfalto. A Câmara criou uma comissão para analisar o assunto que até agora nada fez.
Hoje o protesto foi na prefeitura (com a presença de alguns vereadores). Vi na televisão que o prefeito, Cido Sério, os recebeu e fez questão de "lembrar" que antes de ser prefeito também participava de protestos. Pareceu-me um modo dizer "não tive nada com o que aconteceu ontem na Câmara". Será?
O que até agora ninguém explicou foi quem mandou esse funcionários comissionados até o Legislativo Municipal impedir a entrada do grupo que protestava contra o descaso com o asfalto. Também ninguém explicou a "coincidência" da presença na mesma sessão de militantes do MST que fizeram "um protesto silencioso" (ou seja, foram lá e não abriram a boca, só queriam ocupar as cadeiras da Câmara e impedir o acesso do grupo).
A verdade é que a atual administração municipal está demonstrando ser tão ruim quanto as administrações anteriores.
Só espero que a população araçatubense enxergue isso e nunca mais vote em candidato do PT outra vez.
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